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Own Mine

Créditos da Imagem

As últimas pesquisas indicam que o ronco tem, sim, uma finalidade comprovada. 

Desde os primórdios, a humanidade era assombrada por seres noturnos, como o Bicho Papão, o Boi da Cara Preta, a Cuca e os Monstros que se escondem dentro do armário e debaixo da cama. 

Desse modo, o corpo humano desenvolveu a habilidade de roncar para espantar tais seres, entre outros, o que foi comprovado por renomados cientistas, da mais notórias universidades. Mike Wazowski que se cuide!

A evolução ainda não trabalhou com todas as pessoas, já que algumas nunca precisaram roncar para espantar tais seres. Muitas vezes, elas foram protegidas por roncos alheios durante sua infância e juventude, de modo que não passou essa habilidade para as próximas gerações.

Mesmo assim, apesar de não roncarem, são protegidas por seus entes queridos, ainda que inconscientemente.

É o que ocorre, por exemplo, com casais como Joana e Murilo Neves. "Ele ronca muito a noite, e isso sempre me atrapalhou quando eu tentava pegar no sono. Com essa pesquisa, não reclamo mais: ele só está fazendo aquilo para me proteger!", afirma a garota. "Ela parece um zumbi, mas está viva - e isso que importa!", brinca seu marido.
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FELIZ NATAL!

Hoje vim colocar um conto natalino que escrevi! Eu postei ele no Wattpad há algum tempo (veja aqui) e espero que vocês gostem!

Imagem adaptada do CanStockPhoto

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(vídeo original aqui)

Terremoto? Ou submarino?

Mais cedo, naquele dia, fui retirar meu carro novo. Era um smart, super pequenininho, super fofo e com as cores exatas que eu queria! Eu sempre quis esse carro, ele era ideal para morar em uma cidade grande como a que eu vivo: posso estacionar em qualquer cantinho, andar rapidinho no trânsito.
Eu não imaginava que teria que mandar arrumar meu carro logo no primeiro dia que sairia com ele. Ainda bem que eu tinha garantido meu seguro!
Enfim, deixe-me contar o que aconteceu. Lá estava eu, exibindo meu carro novo em uma rua bem movimentada - de pessoas, não de carros. Na verdade, naquele momento, só havia o meu carro passeando por ali. Ainda bem, quero só ver o que aconteceria se tivesse mais carros!
Foi nesse momento que eu comecei a sentir o chão tremendo. No início, achei que fosse algum defeito no meu carrinho novo, e pensei em voltar para a loja e já reclamar. Quando olhei para as pessoas da rua, todas estavam olhando em minha direção - e todas estavam com caras assustadas. Na hora pensei que meu carro estava com algum problema sério e morri de medo.
Quando saí do carro, percebi que ele não era o problema. Lá fora também tremia muito. Se eu tivesse olhado pelo espelho retrovisor, já veria o que estava acontecendo. Alguma coisa emergia do chão, e parecia uma estrutura de metal. Morrendo de medo, me enfiei novamente dentro do carro e resolvi tentar sair correndo com ele. Sonho meu.
A cratera já havia aberto embaixo do carro e eu estava preso. Resolvi ficar lá dentro e esperar a coisa emergir. Finalmente o terremoto parou. Olhei pelo retrovisor e consegui dar nome à forma. Aquilo era, sem dúvidas, um submarino. O que raios um submarino estava fazendo ali, no meio da rua?
Sai do carro e fiquei observando, sem entender o que estava acontecendo. Estava abismado com aquilo. A rua já estava praticamente vazia, quase ninguém tinha ficado para assistir ao espetáculo. Foi então que o submarino abriu, e lá de cima saiu um comandante, que gritou alguma coisa em uma língua que não entendi - talvez russo?
Não demorou muito para os repórteres chegarem. No início, ainda estava meio chocado com o que tinha acontecido - e só quando eles chegaram a perguntar para mim sobre o que eu faria com meu carro que eu resolvi olhar para ele. Bom, o carro parecia inteiro, mas não sei como estava embaixo, exatamente onde as rachaduras pegaram. Ainda bem que tinha seguro!
No final, o comandante, que era realmente russo, se desculpou, pediu ajuda para a tripulação empurrar meu carro, me deu dinheiro o suficiente para arrumar meu carro, e afundou no meio do concreto novamente. Os repórteres e todos os que estavam em volta ficaram embasbacados.

Até hoje a prefeitura trabalha para fechar aquele buraco e entender como um submarino foi emergir bem ali, no centro da cidade! O submarino e sua equipe, por sua vez, nunca mais foram vistos! A Rússia também negou sua existência. Vai saber o que aconteceu com eles! O meu carrinho continua por aqui, são e salvo, super lindinho - e o dinheiro que foi me dado deu e sobrou para a reforma! Agora, sem dúvidas, tenho o dobro de cuidado quando resolvo me exibir com meu carrinho lindo!

A Propaganda: a companhia de seguros Europe Assistance Italia resolveu fazer uma campanha para provar que "Tudo pode acontecer", o lema da companhia. Para isso, chamou bombeiros, a polícia e colocaram um carro danificado pelo submarino.Super criativa, não?
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E mais uma vez um vídeo me inspirou para escrever uma crônica. Dessa vez, foi propaganda da Coca Cola da Espanha (o vídeo é em espanhol). A empresa colocou um anúncio no jornal, sem se identificar, falando que havia criado a 'Magic Pill', uma pílula capaz de fazer com que a pessoa emagreça e que combate a obesidade. As três primeiras pessoas a responder ao anúncio receberiam uma caixinha gratuita do remédio.

Assim que receberam as inscrições, a Coca Cola escolheu três candidatos, entrou em contato com suas famílias e amigos e fizeram uma ação muito legal: mostrando que mágica nenhuma existe, tudo depende da sua própria determinação. Confira o vídeo:


A Pílula Mágica

Eu já estava cansada do meu peso. Eu não conseguia mais emagrecer. Dieta vai, dieta vem, mas eu nunca havia conseguido me manter no peso certo. Um dia, ao olhar o jornal, vi um anúncio que mostrava uma pílula mágica, inovadora, que permitia a qualquer um alcançar o peso certo em pouquíssimo tempo. Dando continuidade, eles diziam que as primeiras pessoas que ligassem, conseguiam uma amostra! Eu provavelmente não seria chamada, mas não custava nada ligar, né?

Depois de uma semana, descobri que havia sido uma das primeiras - e precisava ir até a empresa para retirar a minha amostra. Já marquei para o dia seguinte e estava super animada! Acordei cedinho (tinha que chegar lá às 9 horas, e não podia atrasar), me aprontei e desci para pegar o carro. Não acreditei. O pneu estava furado. Mas como? Ontem estava tão direitinho! Olhei no relógio e vi que não daria para esperar a assistência chegar com um pneu novo. Porque eu não comprei um step, heim?

Resolvi, então, chamar um táxi. Chegou rapidinho. Entrei, indiquei o endereço. Minha onda de azar pareceu estar aumentando. O carro simplesmente parou, ele disse que não estava pegando direito e me pediu ajuda para empurrar. Eu, já inconformada e com pressa, levantei, sai do carro, e empurrei. E não é que o motorista saiu andando e me deixou para trás!? Ainda bem que eu tinha saído com minha bolsa!

Estava perto do metrô e resolvi comprar duas passagens logo, uma para ir, outra para voltar. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Se eu não quisesse tanto essas pílulas, nem teria me importado. Peguei o trem e consegui um banco. O trem estava lotado! Passadas poucas estações, uma moça grávida apareceu no meu lado. É claro que eu cedi meu lugar para ela, né? Também gostaria que fizessem isso comigo se eu estivesse em sua situação!

Quando cheguei na estação que tinha que descer, a escada rolante estava quebrada. Caramba, quanta coisa num dia só! Subi as escadas e cheguei exausta na rua. Segundo tinha pesquisado, teria que dar uma caminhadinha de uns 15 minutos para chegar no local. Que bom! Pelo menos estava um pouco adiantada - tinha meia hora para chegar lá! Não imaginava que chegaria com tanta folga - estava com muita pressa, para dizer a verdade. 

Caminhando em calma, parei para pedir informações para uma senhora, que estava parada sentada em um banco na rua. Ela abriu um sorrisão quando me viu e aproveitou para me pedir ajuda. Ela estava com duas sacolas pesadas de compras e não conseguia carregar ambas ao mesmo tempo para seu andar, o primeiro, do prédio em que estava sentada na frente. Como eu tinha tempo, resolvi ajudá-la. Uma boa ação sempre faz bem! Depois ela me passou a informação que eu precisava e agradeceu pela ajuda.

Finalmente cheguei no prédio! A empresa se localizava no terceiro andar. Ainda bem que não era tão alto, porque o elevador estava quebrado. Depois do azar todo que tive naquele dia, não estranhei ter encontrado mais alguma coisa contra mim, né? Cheguei super cansada no andar, me apresentei para a recepcionista, que me pediu para aguardar. 

Passados poucos minutos, fomos a uma salinha, onde ela me entregou uma caixinha, bem grande até. Quando abri, percebi que tinha uma tela do lado de dentro. Era um vídeo, e o título era "A Pílula Mágica" - eu estranhei, mas a moça disse que eram as instruções. Okey então, né? 

Logo percebi que era mentira. O vídeo mostrava nada mais, nada menos que eu mesma! Eu correndo atrás do táxi, eu cedendo meu lugar para a mulher grávida, eu subindo as escadas do condomínio... Tudo o que eu tinha considerado grande azar - e também a minha boa ação - estavam recordados ali no vídeo. Depois mostrou um making off. O taxista era contratado pela empresa, a moça grávida não estava naquela condição, a velhinha estava ali só me esperando... Achei engraçado, mas ainda não tinha entendido nada. Foi então que apareceu a mensagem: "A pílula mágica está dentro de você e você pode tomá-la todo dia". 

Assim que o vídeo acabou, meus pais e meu namorado entraram na sala, sorrindo. Eles tinham ajudado naquilo tudo! Fiquei super feliz! A empresa, que descobri ser a Coca Cola, então me deu uma consulta a uma nutricionista e também me indicou algumas academias perto da minha casa, para que eu começasse a tomar a minha própria pílula mágica.

Hoje já consegui emagrecer tudo o que precisava. Não me importava de descer as escadas do meu prédio para chegar no meu carro e não morria de preguiça de ir na academia todo final de tarde. Realmente, aquela pílula mágica mudou a minha vida!

A propaganda: A Coca Cola da Ibéria aposta em um estilo de vida saudável e convida aos cidadãos a se levantarem contra o sedentarismo. Para tal, criaram anúncios de televisão que mostram o impacto negativo do sedentarismo para nossa saúde e mostram algumas atitudes que a empresa faz para ajudar com isso. Assim, contou com ajuda das empresas Publicis e SCPF para mostrar que, na realidade, é possível combater esse mal (veja aqui o compromisso assumido, em espanhol). A propaganda faz parte da campanha "Cambia Las Estatísticas" (mude as estatísticas), que pode ser vista aqui!
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Quando vi essa propaganda, fiquei imaginando como eu reagiria. Por mais que a ideia tenha sido boa, não sei se gostaria de ver meu mundo acabando em plena entrevista de emprego: uma situação em que você supostamente está nervoso e tentando demonstrar que você é bom naquilo que faz. Resolvi, então, fazer uma crônica baseado na propaganda! Espero que vocês gostem! 

Inspirado nesse vídeo:


Estava nervosa. Ia para uma entrevista em uma das maiores empresas de tecnologia que eu conheço: a LG. Cheguei no local em que seria a entrevista. Era um dos últimos andares de um prédio alto, bem bonito. Tinham vários candidatos sentados esperando ansiosamente para uma vaga lá. Eu tinha me formado há pouco tempo e estava louca atrás de um emprego. Precisava mostrar que era melhor do que todas aquelas pessoas.

O primeiro candidato saiu da sala de entrevistas com um sorriso no rosto. Parecia estar confiante e, antes de pegar o elevador, nos desejou boa sorte, segurando uma risada. Mas que arrogância! Depois de um tempo, chamaram outro candidato, e outro, e outro. Todos saíam de lá com uma cara engraçada. Um deles até saiu rápido e xingando quem estava lá dentro. Onde já se viu? Vai mal numa entrevista e sai xingando o entrevistador? Acho que nunca vi as pessoas saírem com caras tão diferentes de uma entrevista de emprego. E eu ficava cada vez mais nervosa.

Então me chamaram. Entrei em outra salinha, menor. Um moço sentou e fez o que chamou de pré-entrevista. Estranhei as perguntas: perguntaram sobre minha saúde, histórico de doenças do coração e outras coisas desse tipo. Nunca nem imaginei responder coisas assim em uma entrevista! Passada essa fase, ele me indicou um escritório.

Entrei na sala, era como uma outra qualquer. Tinham arquivos, uma pequena árvore e a mesa em que eu me sentaria para a tão esperada entrevista. A vista da janela era maravilhosa - dava para ver vários prédios da cidade! Privilégio de ficar instalado em um andar tão alto. Se eu trabalhasse por ali, daria um jeito de não ficar de costas para a vista, como o entrevistador estava. Não perderia a oportunidade de trabalhar olhando para lá! 

Começou a entrevista. Pergunta vai, pergunta vem, o entrevistador deu uma olhada no meu currículo... Até que a vista da janela começou a mudar de cor. E muito rápido para ser mero pôr-do-sol. Quando me dei conta, vi um meteoro caindo. Era aquilo. Agora seria o fim. Eu não poderia acreditar que isso estava mesmo acontecendo! Teríamos um fim igual ao dos dinossauros. E eu morreria tentando um emprego que,no final, nem usaria, né?

Não contive um grito. O entrevistador estranhou e seguiu meu olhar para a janela. Na hora se levantou e correu da sala. Eu não podia acreditar. Fiz o que imaginava ser o mais prudente e me escondi debaixo da mesa dele e comecei a chorar e rezar. Eu não podia morrer agora! Tinha tanto para viver pela frente.

O meteoro colidiu com a Terra. O prédio começou a tremer. Via os destroços se aproximando cada vez mais do prédio. O chão tremia cada vez mais. O fim seria agora. A janela não mostrava mais nada. A luz apagou. Pelo menos seria uma morte rápida.

Foi então que eu estranhei. A luz tinha acabado. Eu não estava ouvindo mais nada. O chão não tremia mais. Será que o fim era assim? Você não sentia dor nenhuma e acordava no lugar em que você morreu? Fiquei confusa e feliz por não ter sentido nada. Tinha sido realmente rápido. E eu não me sentia em nada diferente. 

Aí a luz acendeu. Algumas pessoas, inclusive o entrevistador, entraram pela porta sorrindo. Será que o prédio tinha ficado intacto e eu não estava morta, no final das contas? Estava confusa. Eles apontaram para a janela. Quando me virei, percebi que era uma televisão. Aquilo que eu tinha visto, o desespero que eu tinha sentido não passavam de uma simulação. Não podia acreditar!

Não sabia se ficava brava ou feliz. Acho que estava feliz por ter sobrevivido ao quase-fim do mundo! Abracei todos os que aplicaram aquela pegadinha em mim. Percebi que ainda estava tremendo. Mesmo assim, não acreditava na minha sorte de ter sobrevivido. Peraí, sorte? 

Na saída, eles me pediram meu endereço e disseram que enviariam uma daquelas televisões novinhas para mim. Eu não consigo nem imaginar aonde colocaria uma daquelas televisões enormes na minha casa! Saí da entrevista (se é que podemos chamar isso de entrevista) com um sorriso estampado na face. Agora entendi o motivo daquelas expressões tão diversas ao sair das entrevistas!

Apesar de não ter sido uma entrevista real, gostei de ter vivido aquela experiência. Me sentia uma nova pessoa - pronta para recomeçar e fazer tudo do jeito certo. Afinal, a vida poderia acabar em um segundo, quando menos imaginamos, né? 


Sobre a propaganda: A propaganda foi realizada pela LG do Chile para divulgar a nova televisão de 84 polegadas (isso mesmo, 84 polegadas!) - aqui. Ela é uma continuação da campanha "So Real It's Scary" (Tão real que é assustador) criado na Superheroes, de Amsterdam. Veja os primeiros vídeos aqui e aqui.

Gostaram do texto? Confiram aqui outras crônicas! Tem alguma notícia engraçada que gostaria de ver virar crônica? Deixe o link aqui!
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Faz muito tempo que eu não escrevo uma crônica! Quando li essa notícia, não resisti e resolvi ver se ainda tenho a habilidade! Espero que gostem! Boa leitura e deixem seus comentários!

BBC - UK: Um funcionário do zoológico na província de Henan (China) afirmou que o cão foi colocado na jaula quando o leão foi encaminhado para um centro de reprodução. A fraude foi descoberta quando o animal começou a latir.

Cão da raça Mastín Tibetano
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Oi, gente!

Há um mês atrás, postei um capítulo do que pode vir a ser um livro! Agora vou postar a continuação!

Por favor, me deem as opiniões de vocês! Quero saber o que estão achando da história! (:

Se você não leu o começo, clique aqui!



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Gente, comecei a escrever uma história e gostaria de saber o que vocês acham! Eu já escrevi muitas coisas, já tive muitas ideias, mas nunca nenhuma foi para frente. E essa está andando (por enquanto). Espero que vocês gostem! E que eu consiga ir até o final com essa história!

Por favor deem suas opiniões do que vocês acharam, se gostaram ou não! Qualquer coisa pode ajudar!

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Adam sempre sonhara em estudar em Harvard. Apesar de seu desejo, nunca se esforçou o suficiente para entrar em tal instituição. Ao invés disso, matava as aulas, deixava todas as lições para última hora - isso quando fazia - enfim, só tirava notas baixas. No último ano, ao perceber sua situação, tentou melhorar um pouco suas atitudes, mas de nada adiantou - continuou indo mal.

Mas nem por isso desistiu. Um amigo que trabalhava na gráfica dos pais resolveu ajudá-lo. Mas nada era de maneira correta. Eles falsificaram o história de Adam, melhorando-o, e falando que ele já vinha de outra universidade antes e, para ajudar, pegaram o histórico do irmão desse amigo, que era um aluno exemplar, e copiaram seus feitos.

Não deu outra. O pedido de transferência fora aceito. A partir de então, Adam era aluno de Harvard. No começo, feliz por conseguir realizar seu sonho, se esforçou ao máximo, para provar que realmente era aquele aluno que dissera ser. Apesar disso, não conseguia ir bem, já que nunca tinha estudado de verdade antes - e não era agora que conseguiria.

No primeiro ano, pegou dependência de várias matérias. Estava quase desistindo e não queria que descobrissem sua fraude. Por isso resolveu tentar transferência para outra universidade - Brown ou Yale. Mas, antes que pudesse fugir, o reitor, estranhando a dificuldade daquele aluno excepcional, resolveu analisar o histórico. E, percebendo uma coincidência com um aluno recém - transferido - o irmão do amigo de Adam, por acaso - percebeu a fraude.

Chamou os dois meninos para conversar. E percebeu que Adam que realmente estava enganando a renomada universidade. Além de o expulsar de Harvard, o reitor também denunciou o ex-aluno à polícia. O jovem foi acusado de mais de 20 crimes e preso.

Ao sair da prisão, 2 anos depois, Adam se determinou a voltar a Harvard. Só que dessa vez de modo justo - e conseguiu, finalmente, realizar seu sonho de maneira honesta.



baseado em : "Estudante falsifica documentos e consegue vaga em Harvard"
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Quando recebeu a pena, o menino se desesperou. Nunca gostara de ler, muito menos aqueles clássicos da literatura brasileira. Na escola, quase sempre matava as aulas de português e quando ia, não entendia as análises feitas pelo professor. Agora ele próprio teria de analisar aquilo.

Seus pais, aliviados com a pena, o apoiaram desde o início, e o levavam à biblioteca todos os dias. Mas de nada adiantou: ao chegar lá, ia direto para a parte dos quadrinhos. Uma semana antes da entrega, percebeu o tempo que havia perdido - se desesperou. Nem começara a ler nenhum dos livros!

Tinha sido proibido de frequentar lan houses, mas no dia seguinte, depois de chegar na biblioteca fugiu para uma e lá pesquisou diferentes análises. E seguiu essa rotina até o final da semana, para ter sua própria análise pronta.

Com a análise pronta e entregue, o juiz leu e percebeu que o menino não havia realmente lido o livro e escrito aquilo. Para ter certeza, pediu para ao réu que comentasse sobre o livro - e confirmou sua suspeita. Com isso, a pena foi modificada: o hacker fora mandado para um internado, onde ficaria o tempo suficiente para cumprir sua detenção e, ainda, sair de lá apreciando a literatura.

O garoto se surpreendeu. Dentro de um internato, sem contato com o mundo exterior, conheceu viajou mais do que imaginava viajar, explorou lugares inalcançáveis e descobriu novas culturas. Com os livros, então, o menino aprendeu que o mundo não se restringia àquele pequeno quadrado em que vivia - e percebeu que poderia ser muito mais! Desde então, não passa um dia sem ler.


baseado em : "Juiz solta piratas virtuais, mas exige que leiam obras clássicas"
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Ontem teve reunião dos moradores lá do meu prédio. Meus pais não me deixaram ver, mas, do mesmo modo, esperei descerem e fui para o salão de festas, onde a reunião sempre acontecia. Para ninguém me ver, tranquei-me no banheiro, onde era possível ouvir tudo.

Começaram discutindo sobre a limpeza do prédio, que as crianças jogavam xampus enquanto tomavam banho, que isso era uma falta de respeito e se continuassem, não seria permitido criança no prédio, ou seja, eu teria que me mudar junto com metade das pessoas que moravam ali, eu tenho 9 anos assim como minhas amigas.

É óbvio que eu não queria mudar e, na hora já saí do banheiro para reclamar: “Como assim expulsar as crianças do prédio? Nós só não jogamos as coisas no lugar certo porque não tem o mesmo lixo de reciclagem que tem na escola!”

Todos olharam, pasmos, para mim. E o síndico mando meus pais me tirarem de lá. Subi com a mamãe e o meu pai continuou lá. Hoje, descobri que o síndico não gostou da minha ideia, mas os outros moradores amaram! Ele acabou saindo dos cargo e os lixinhos foram instalados!
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Imagem retirada de Getty Images

Um dia, resolvi dar uma festa. Convidei muita gente, mas apareceram mais que o esperado. É claro que ter penetras na sua festa não é bom, mas isso significa que a festa estava boa! Os jovens que estavam lá começaram a mexer no som e colocar aquelas músicas esquisitas que ele ouvem. E realmente era estranha! Parecia que estavam construindo algo de madeira! Sem querer ofendê-los, mas essas músicas são horríveis!

Depois da festa, a casa estava uma bagunça. Isso é ruim em morar sozinho: ter que arrumar tudo sozinho. Ao acabar, fui buscar algo para comer, mas os convidados esvaziaram minha geladeira. Fui ao supermercado e comprei estoque para a semana inteira (Assim não precisaria voltar ao supermercado, o que acho uma perda de tempo).


No dia seguinte, abri o armário para pegar meu terno e, pelo amor de Deus!, como meu armário fedia! Abri a geladeira e peguei um iogurte para tomar a caminho do trabalho. Sempre compro o número certo para tomar todo dia.

Antes do fim da semana, os iogurtes já haviam acabado! Estranhei, já que sempre compro o número certo, mas errar é humano, fazer o quê? Já à noite, a comida do jantar também acabara. Ou estou ficando louco, ou errei nas comprar dessa vez! Resolvi comprar tudo de novo, para durar uma semana e, agora, certo.

Em menos de uma semana, de novo, a comida acabou. Estranhei muito. Como é que estava acabando tão rápido? Será que eu estava comendo sem perceber? Já ouvi falar de muita gente que come algo e quando vê já acabou! Será que EU agora era uma dessas pessoas? Por precaução, resolvi comprar uma câmera para saber se eu sou sonâmbulo e roubo minha comida a noite ou o que estava acontecendo.


Cheguei em casa do trabalho, guardei meu terno no armário (que continuava fedendo – precisava chamar alguém para ver o que estava acontecendo), e liguei a TV. Ao colocar o vídeo da câmera, fiquei surpreso: uma mulher entrou pela porta da cozinha, pegou MINHA panela e fez o MEU macarrão para si. Então, após comer tudo, lavou a louça. Logo, abriu a geladeira e tomou o MEU iogurte! O pior foi que, depois disso, ela saiu pela porta da cozinha como se estivesse em sua própria casa – como se fosse a coisa mais normal do mundo.


Chamei a polícia, que veio rapidamente e se pôs a procurar a mulher. Abriram o armário onde eu guardo meu terno (estava fedendo mais que nunca), começaram a bater no piso e... Lá estava ela: a minha que roubava MINHA comida e ainda tinha a cara-de-pau de alojar-se na MINHA casa.
Agora, de uma coisa tenho certeza: nunca mais dou uma festa em casa!

Baseado na notícia “Japonês encontra mulher vivendo em armário de sua casa”
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Imagem retirada de Getty Images

Estava passeando com a minha cadela, em pleno parque Ibirapuera. De repente, passei na frente de um roda. Todos batendo palmas, gritando. Eu, curiosa, aproximei-me para ver melhor. Algumas pessoas que saíam de lá estavam sorridentes, outras apavoradas e minha curiosidade só crescia. Peguei minha cadela no colo e tentei me misturar com a multidão.

Eu estava meio amassada no meio de tanta gente, mas, mesmo assim, continuei andando, afinal, se alguém realmente é curioso, não dá para fazer nada. E fui caminhando... Aquilo parecia sem fim! Quando finalmente cheguei no meio, vi um homem sorrindo olhando para os lados. Próximo a ele, um pitbull, olhando para minha cadela. Começou a latir, o homem olhou para mim e começou a andar em minha direção. Tentei voltar para o meio do povo, que me empurrava para frente, impedindo minha passagem. Minha cadela rosnou para o cachorro e pulou para cima dele. Seu dono me olhou, e colocou as mãos no bolso.

Fiquei desesperada. À medida em que ele se aproximava, me apavorava mais. E piorou quando vi minha cadela brigando com o pitbull, e, é claro, perdendo a briga. Fecho os olhos e grito, assustada. Quando os abro, meus pais e minhas cadela estão em meu quarto, perguntando o que aconteceu: “Apenas um pesadelo”.
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O meu sonho sempre foi ganhar um cachorro. Não importava a raça, cor, o tamanho... O que eu queria mesmo era ter um cãozinho. Meus pais não compravam com a desculpa de que tinham que achar um lugar bom, onde os animais tivessem pedigree, mas nem se preocupavam em procurar.

Um dia, quando estava saindo da escola, um homem bem alto, com nariz pontudo e cabelos louros veio falar. Assustei-me com alguém assim vir atrás de mim, mas virei, olhei em seus olhos escuros. O rapaz abriu um sorriso e começou:

“Olá, linda garota! Eu sou Jaime. Qual seu nome?”
“Me chamo Juliana. O que você quer?”

Jaime pareceu estranhar a pergunta, mas respondeu:
“Eu vendo cachorros. Eles vêm treinados, têm pedigree. E o melhor de tudo: a raça que você quiser!”

Quando lhe disse que meu sonho era ter um bichinho de estimação, ele me deu seu cartão e, sorrindo, agradeci.

Nem cheguei em casa direito e já fui falando à minha mãe que tinha achado o lugar perfeito e que poderíamos buscar nosso cãozinho naquele dia mesmo. Como eu lhe estava pedindo a mesma coisa fazia anos e tinha achado um lugar para comprar, mamãe concordou comigo e já saímos a caminho de colocar mais um membro na nossa família.

Aquele lugar era o paraíso. Tinha todo tipo de cão, das mais variadas raças e cores. Fiquei em dúvida. Como iria eu escolher um só? Foi então que vi Jaime e pedi para que me ajudasse. Perguntou se eu queria um esperto. Respondi que sim. Então me levou a uma raça chamada Border Collie, que é a mais esperta que existe. Tinha um macho e uma fêmea. Peguei o primeiro e fui testá-lo, para ver se vinha treinado mesmo. Obedeceu-me em todos os comandos, certinho. Sem erros.

“Filha, você não quer pegar um cachorro para treiná-lo em casa?” Meus pais não paravam de perguntar.
“Não” Eu dizia “Treinado é melhor!”

Até hoje eu me arrependo de ter dito isso, mas assim é a vida. Um dia você afirma algo com tal precisão que até parece realidade. No outro percebe que não é nada assim.

Então levamos Satã, meu novo melhor amigo, para casa. E passou-se uma semana. Duas. Três... Cada dia que passava eu me apaixonava mais e mais por aquela criaturinha. Foi na quarta semana que tudo começou, eu me lembro direitinho.

Satã sumia. Literalmente sumia. Eu voltava da escola e ficava procurando meu cachorro pela casa inteira, mas nunca o achava, o que era totalmente estranho, já que Border Collie não é uma raça pequena. Achando tudo muito suspeito, resolvi segui-lo para ver onde ele passava suas tardes.

Faltei na escola só para observar o bicho. Nesse dia, ele não sumiu. Me fez companhia até a hora de dormir. Acho que não queria que soubesse. Mas, é claro, continuei curiosa. E essa curiosidade era tanta que eu comprei uma mini-câmera, daquelas de espião, para ver o que Satã aprontava.

Cheguei da escola e, como de costume, fui procurar o meu amado cãozinho. Como não o achei, para variar, liguei a televisão e conectei-a à câmera. O que vi aquele dia está gravado na memória até hoje. Jaime olhava atentamente para Satã, que parecia dizer-lhe algo. E, assim que entedia, anotava tudo num bloquinho. Depois de um tempo, entrava outro homem na sala e os dois comentavam o que estava escrito, e ouvindo tudo, para minha surpresa, o que tinha no bloquinho era a rotina da minha família.

Avisei minha mãe, ela insistiu que eu estava inventando. Contei a meu pai, que falou que não se brinca com coisa séria. Para provar-lhes que eu não estava louca, deixei a fita para gravar e mostrar o que Satã realmente fazia. Dessa vez, os ladrões marcaram que assaltariam minha casa às dez horas da noite do dia seguinte. Meus pais, ao ver a fita, impressionaram-se e acabaram mandando-a para a polícia.

No dia seguinte, estavam todos em casa, inclusive os policiais. Deu dez horas. Nada aconteceu. Onze horas. Nada. Todos me acharam uma piadista, foram embora. Meus pais me bronquearam e foram dormir. Fui para meu quarto e dormi também.

De manhã, ao acordar, não vi nada em meu quarto. Ele estava vazio. Passei pela sala, sem nada, nem um lustre. Dei um grito. Meus pais acordaram e saíram correndo pela casa. Só tinham sobrado as camas e uma televisão com um vídeo. Fui assisti-lo.


Na tela, Jaime apareceu, e ele dizia: “Já sabia que você estava me vendo. Planejei tudo, cada detalhe. Agora seu Satã voltou ao lugar dele e está esperando sua nova vítima”.
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Lá estava eu de novo, no cinema com o Felipe, quando ele me pediu em namoro. Eu gosto dele, muito, mas se meu pai soubesse disso, eu teria um grande problema. Na hora eu não havia pensado nisso. E aceitei. E na semana seguinte, todas minhas amigas já sabiam.

Eu estava feliz, mas ainda não tinha contado a novidado ao meu pai. Um dia, Christiane, uma das minhas melhores amigas, veio almoçar em casa e, sem querer, deixou escapar, enquanto estávamos no carro:

“Gi! Como vai o Felipe?”
“Quem é Felipe, Giovanna?” Exclamou meu pai
“Bom, pai” eu hesitei um pouco, mas falei “Eu estou namorando.”

Meu pai ficou mudo. Chris até estranhou ele não ter falado nada durante o almoço. Passado uns três dias, ele só falava comigo se fosse extremamente necessário. Parecia me evitar. Foi então que veio a notícia: “Giovanna, vamos nos mudar. Para outra cidade.”.

Eu, é claro, fiquei sem reação. Só porque eu estava feliz agora, com meu namorado e minhas amigas! Não acreditava no que ele havia feito. Saí correndo e fui chorar no meu quarto. Fiquei triste, abalada com a notícia, por uns três dias.

No fim de semana, liguei parar o Felipe e combinamos de nos encontrar dali a pouco, numa pracinha. Ainda não tinha contado a decisão do meu pai. Quando cheguei lá e ele me viu, já percebeu que havia algo de errado e já foi perguntando o que era.

Depois que contei, ele pareceu meio decepcionado, mas falou que daríamos um jeito nisso. E propôs conhecer meu pai. Afinal, se eles se conhecessem, era capaz de meu pai gostar dele e tirar a idéia maluca da cabeça.

Então, o Felipe vinha almoçar em casa na segunda. Eu estava ansiosa para ver o que papai achava dele. Mas, ao contar o que planejava, meu pai me pegou de surpresa: “Giovanna, não dá! Nosso avião sai domingo à noite”

Fiquei desesperada e liguei para meu namorado para contar a desgraça. Mas ele não perdia as esperanças (uma coisa que eu amo nele) e disse que conheceria meu pai e o faria mudar de idéia de qualquer jeito. Ele só não me disse seu plano.

No domingo de manhã, meu pai me acordou cedo, com um buquê de flores na mão. Felipe tinha deixado para mim. Então pediu para me arrumar e descer para tomar o café-da-manhã. Fiz o que mandou.

Quando cheguei na copa, quem estava lá? O Felipe! Ele e meu pai estavam conversando como se fossem amigos há muito tempo. E eu gostei de ver aquilo.

Se meu pai não fosse tão teimoso, era capaz de ter conhecido meu namorado antes e não inventar essa história maluca da mudança. É, ele realmente inventou. Achou que se eu achasse que iria me mudar, eu terminaria com o Felipe. Isso que dá ter um pai ciumento!

Baseado no filme: Contos de Nova York, do Woody Allen
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Folha Online – Rugas podem ser decisivas para comprar cigarro no Japão. Máquinas que vendem cigarros no Japão podem começar em breve a contar as rugas para verificar se quem está comprando tem idade suficiente para fumar. A idade legal para fumantes no Japão é de 20 anos.


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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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