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Own Mine

Ultimamente está ocorrendo o julgamento de um dos maiores casos de corrupção já descoberto no Brasil.


O Mensalão
O mensalão foi um esquema de desvio de recursos públicos para que, assim, o governo Lula conseguisse apoio político para que as decisões da gestão petista fossem aprovadas. O escândalo veio à tona em 2005, quando o Roberto Jefferson, então deputado federal pelo Rio de Janeiro, acusou o PT de pagar cerca de R$30 mil por mês àqueles políticos aliados desde 2003. O então ministro da Casa Civil, José Dirceu, foi acusado de chefiar o esquema. Ele renunciou e, depois, perdeu seu cargo no congresso. O ex-presidente Lula, que estava em seu primeiro mandato, disse não estar diretamente envolvido e que se sentia 'traído'.
O dinheiro utilizado  veio de empréstimos fictícios e do orçamento de publicidade do governo - assim, os bancos e agências de publicidade que ajudassem recebiam benefícios. 

A denúncia
Os 38 réus, distribuídos entre políticos e empresários, terão de responder por inúmeros crimes, como lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva e ativa. Os réus negam que os pagamentos eram feitos em troca de apoio político, afirmando que o esquema era apenas uma forma de pagar as dívidas das campanhas eleitorais.

O Julgamento
Mesmo tendo sido denunciado em 2005, o caso só começou a ser julgado essa semana. A demora para que o julgamento se efetivasse é consequência do ano de preparação do caso pelo Procurador-Geral da República, mais outro ano para que o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitasse julgá-lo, e, então, para que fossem ouvidas mais de 600 testemunhas. Além disso, os advogados de defesa tentaram inúmeras vezes desmembrar ou bloquear o julgamento, já que parte dos réus teria que ser julgado, supostamente, em outras cortes antes de chegar ao STF - o que foi negado, já que todos participaram de um único esquema.

Para saber mais: [1], [2], [3], [4]

Agora é só torcer para que tudo seja julgado corretamente e a justiça seja feita!
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Encontrei esse vídeo que pode ajudar a explicar de um jeito fácil de entender um pouquinho da Ditadura e qual o objetivo da comissão da verdade. Acho muito legal um programa como o CQC, que atrai muitos jovens (que procuram ver o programa apenas para a diversão) e faz com que eles acompanhem, pelo menos um pouco, o que acontece na política do nosso país...

Bom, depois de ver o vídeo eu vou falar um pouquinho do que eu sei dessa Comissão. Ela foi instalada no dia 16 de Maio, após a aprovação da presidente Dilma Roussef. O objetivo desse órgão é examinar aquelas violações aos direitos humanos que ocorreram durante a ditadura militar do Brasil.Além dos crimes cometidos pelo governo militar, a Comissão da Verdade analisará tudo o que ocorreu a partir do fim do Estado Novo - governo ditatorial de Getúlio Vargas.

O grupo encarregado de analisar é formado por sete integrantes que terão dois anos para investigar os casos, com um dever de elaborar um relatório apontando as circunstâncias e os responsáveis por torturas, mortes e desaparecimentos dos presos políticos aqui. 

Apesar de procurar por responsáveis, o intuito dessa Comissão não é puni-los, já que isso feriria a Lei da Anistia, que foi feita com caráter amplo, geral e irrestrito, ou seja abrangendo tanto os presos políticos da época quanto àqueles que faziam parte do governo e, também, àqueles integrantes de luta armada contra o governo da época. 

O foco desse grupo é encontrar o que aconteceu com os desaparecidos políticos: muitas famílias não sabem, até hoje, o que aconteceu com seus entes que sumiram nesse período - o que, para muitos, é pior do que a confirmação da morte. Com o relatório sobre esses casos, há a possibilidade de localizar e identificar os corpos.

A Comissão da Verdade foi aprovada no Congresso após dois anos de muitas polêmicas e negociações. O Brasil foi o último país latino americano a colocar tal grupo em prática, o que contribuiu para que fosse pressionado a aprová-lo. Além da pressão internacional, muitos familiares de mortos desaparecidos políticos conseguiram o reconhecimento das mortes pelo Estado e passaram a receber indenizações por isso, mesmo sem nunca saber o que ocorreu com seus parentes.


Para saber mais: [1]; [2]; [3]
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O fenômeno digital ocupa cada vez mais espaço na sociedade. Os livros, que e-xistiam exclusivamente no papel, ganharam seu lugar no mundo eletrônico. Os mais otimistas defendem que o advento do livro digital aumentará o número de leitores. Mas será que somente a mudança no suporta da leitura causará tal efeito?


Muitos defendem que as vantagens do livro digital atrairão leitores. Dentre tais vantagens estão a facilidade em relação ao espaço, já que é possível ter vários livros em apenas uma máquina, e em relação ao acesso, já que não é necessário sair de onde estiver para comprar o livro desejado. Além disso, há uma ligação entre o texto que está sendo lido a assuntos relacionados a ele, o que facilitaria pesquisas e poderia tornar o leitor mais interessado sobre o tema.


Mesmo assim, o livro digital não será necessariamente um modo de atrair leitores. Aqueles que já leem, por exemplo, dificilmente irão de desfazer de seus livros de papel para usar apenas o eletrônico – eles provavelmente usarão ambos, preservando os livros impressos. Além disso, não é o fato de existir um aparelho digital que fará as pessoas lerem: muitos, mesmo tendo um, podem não usá-lo com o objetivo da leitura, mesmo porque já existem livros disponíveis na internet e que poderiam ser lidos através do computador e isso não parece ter aumentado o número de leitores de livros. Também há o fato de as inúmeras conexões ao longo do texto deixar o leitor muitas vezes disperso e não necessariamente atento a ele.


Por fim, percebe-se que não é o fato de existirem livros eletrônicos que aumen-tará o número de leitores. Para que isso seja possível seria necessária uma mudança no modo de as pessoas verem a leitura e não apenas ao suporta textual.

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Como em todo ano de eleição, neste ano a população tem tido maior acesso à política do país. Isso pode facilitar, em muito, a conscientização política dos brasileiros. Mesmo assim, muitas pessoas não se esforçam para adquiri-la.

A conscientização política existe quando o cidadão tem consciência da impor-tância de seu papel na escolha dos candidatos que governarão o país. Para isso, ele pesquisa o que defende cada candidato e vota naquele que tiver as ideias com as quais concorda e que tenha alguma maneira viável de colocá-las em prática.

A falta de interesse na política não existe à toa, já que ela foi desacreditada por muitos motivos. Entre tais motivos o alto índice de corrupção praticada por aqueles que estão no poder, a escassez de políticos honestos, a existência de muitos candidatos que não levam a política a sério. Além disso, existem aqueles que querem manter o povo distante dessas questões para que, assim, consigam enganá-los.

Para melhorar essa condição da população muitas medidas podem ser toma-das. Antes de tudo, essa conscientização deve começar a existir desde a educação es-colar, já que as crianças – e futuros eleitores – poderão votar com consciência no futuro. Os políticos corruptos devem ser punidos e não privilegiados pela impunidade e, deste modo, haverá uma diminuição deles. As pessoas precisam saber, também, que a opinião delas vale e, se conseguirem apoio popular, podem criar uma lei – a exemplo da Ficha Limpa, que teve iniciativa popular e hoje funciona como lei. Por fim, ao longo do tempo, o voto deveria deixar de ser obrigatório, pois assim apenas aqueles que têm consciência e convicção nas ideias de seu candidato votarão

Deste modo, se as devidas medidas forem tomadas, com certeza haverá maior conscientização política entre a população. E, com isso, os candidatos eleitos terão sido escolhidos com mais cuidado e precaução, o que beneficiará, enfim, o povo.

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A Relação entre as escolas e as famílias tem mudado de maneira perceptível ao longo do tempo. Mas nem sempre essas mudanças são para melhor.
Há 30 anos, a escola era mais respeitada. Os pais, mais presentes, exigiam que seus filhos fossem mais responsáveis, aceitassem suas notas e lutassem para superar suas dificuldades. Isso ocorria pelo fato de os pais estarem mais presentes na vida dos filhos e, com isso, acompanhar seu desempenho na escola e lhe dar educação

Ao longo dos anos, ocorreram várias mudanças. Três delas foram muito relevantes para a relação família – escola. A primeira foi o aumento da presença da mulher no mercado de trabalho, o que fez com que esta passasse menos tempo com os filhos. Com o mercado de trabalho mais exigente, os pais também passam mais tempo fora de casa. Essa ausência dos pais faz com que estes se sintam culpados por não participar ativamente da vida dos filhos e, por isso, não exigir tanto destes, além de passar a responsabilidade da educação apenas para a instituição de ensino. O último fator é a desvalorização do professor, que, ao invés de ser um mestre, uma autoridade, passa a ser uma pessoa comum.

Essas mudanças impactaram a maneira como os novos alunos são formados. Agora, os profissionais podem até ter qualidade no que fazem, mas têm civilidade. São adultos intolerantes, que desrespeitam e têm maior dificuldade em enfrentar obstáculos.

(ITA 2010)
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Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a liberdade deve existir de maneira igual para todos. Mas, na prática, ela apresenta diferentes graus de acordo com a situação de quem a possui.

A desigualdade econômica é um dos fatores que diferenciam esses graus de liberdade. Aqueles que têm mais dinheiro conseguem fazer mais coisas, como escolher uma carreira mais alternativa, viajar pra mais lugares, e, ainda, têm maior influência sobre os outros. Quando alguém mais influente e com mais dinheiro comete um crime, por exemplo, tem melhores condições para pagar advogados bons e, portanto, maior chance de ser absolvido – de continuar livre.

O status social é outro diferenciador. A fama, por exemplo, faz com que o famoso perca a liberdade de uma vida com privacidade, mas, ao mesmo tempo, ganhe privilégios entre as pessoas da população.

Os políticos também recebem maior liberdade. Uma prova disso é a imunidade parlamentar, que até 2001 só permitia o processo de deputados e senadores caso o congresso autorizasse e, hoje, dá imunidade ao expressar suas opiniões e seus votos; e o foro privilegiado, que concede aos políticos um julgamento separado dos outros cidadãos.

Portanto, apesar de a Constituição brasileira garantir o direito à liberdade a todos na mesma intensidade, isso não é possível na prática. Por maior que seja o esforço pela igualdade na liberdade de todos, sempre haverá pequenos diferenciais.

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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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