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Own Mine


Aos 21 anos, Lara Croft  leva a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido há sete anos, ideia que ela se recusa a aceitar. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha japonesa.

Lara Croft está sempre apertada: para conseguir pagar suas aulas de luta, ela trabalha como entregadora, e sempre está pronta quando tem a oportunidade de fazer algo a mais para conseguir uns trocados. Mas as coisas não precisam ser tão difíceis: seu pai deixou uma herança milionária para a garota - e ela só precisa assinar um documento confirmando que seu pai faleceu....

... mas ela não está certa disso! Prestes a assinar o documento, ela descobre um segredo que seu pai tinha escondido - e resolve ir atrás dele, que foi para uma ilha desconhecida na costa do Japão, para impedir que pessoas mal intencionadas encontrem o túmulo de Himiko - a rainha da morte.


Apesar de ser a mesma Lara Croft, eles conseguiram contextualizar a história: ela não é mais o sex symbol que era antes, uma imagem que já não é mais utilizada nos dias de hoje; ela não é invencível: logo na primeira cena, ela já perde uma luta; ela não mora mais em uma mansão: ela tenta se virar, como quase todo mundo da sua idade. Mesmo assim, ela ainda tem a mesma inteligência e habilidade que a personagem deveria ter.

Já na ilha, Lara mostra quem ela realmente é. É ali que vemos sua inteligência e suas habilidades. Lá vemos desafios típicos desse tipo de filme - ideais para quem gosta de filmes como Indiana Jones! Apesar de ter alguns clichês, eu gostei bastante de assistir - e estou animada para uma possível continuação!

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Nathan Bateman é um gênio recluso, presidente de um famoso site de buscas, o Blue Book. Para testar sua nova invenção, ele decide convidar um de seus funcionários para passar uma semana em sua casa. Caleb é o sortudo escolhido, por meio de um concurso, para conhecer e interagir com seu chefe - e ele mal espera o que vem pela frente.

Assim que chega na isolada residência de Nathan, Caleb descobre que, na verdade, foi escolhido para testar a mais nova invenção do chefe: Ava, uma robô construída com inteligência artificial. Caleb deve testar e comprovar que a robô tem mesmo sentimentos e atitudes humanas, não apenas imita o que vê a seu redor. Porém, quanto mais permanece no local, mais desconfiado Caleb fica. Em quem ele pode confiar?



Ao longo do filme, nós ficamos aflitos e curiosos, espantados com a criação de Nathan, admirados com a humanidade de Ava e, ao mesmo tempo, com sua aparência robótica (que é perfeita, graças aos efeitos visuais). O filme recebeu o Oscar de melhores efeitos especiais - e não é a toa. Ava tem a sua parte robótica feita com perfeição - e é difícil olhar aquilo e acreditar que, na verdade, pouco é real.

Alicia Vikander demonstra mais uma vez a sua habilidade como atriz, sem dúvidas se consagrando mais e mais em Hollywood. Na verdade, as atuações, de modo geral, são ótimas! Não apenas Alicia, mas também Domhnall Gleeson - que também fez os indicados ao Oscar "O Regresso" e "Brooklyn" - consegue transparecer bem a dúvida que o corrói; e Oscar Isaac, que realmente parece ser o gênio recluso que é.

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A Garota Dinamarquesa conta a história de Lili Elbe, a primeira pessoa a fazer uma cirurgia de mudança de sexo no mundo. Lili nasceu como Einar Wegener, um dinamarquês que ganhava a vida pintando paisagens do vilarejo em que passou sua infância. Ele era casado com Gerda Wegener, também pintora, que ilustrava pessoas, fazendo retratos.

Quando uma de suas modelos se atrasou para a sessão de pintura, Gerda pediu para que seu marido posasse para o retrato com meia-calça e sapatos femininos. Aquele momento despertou algo que mudou a vida de Einar para sempre.

"Eu gostei da sensação suave daquelas roupas femininas. Eu me senti em casa com elas, desde o primeiro momento"


Einar percebeu que se sentiu muito bem com aquelas roupas e não quis parar por aí. Gerda, achando que se tratava de uma brincadeira, ensinou o marido a se portar como mulher e até o incentivou a ir para uma festa vestido como Lili, sua 'suposta irmã'.

Porém, Gerda percebeu que o assunto era sério quando Einar passou a se vestir cada vez mais frequentemente como Lili.  A partir daí, Lili se tornou a musa da esposa. A pintora, que não era famosa na Dinamarca, conseguiu fama em Paris. O casal se mudou e lá Lili pode realmente aflorar e descobrir quem realmente era.

"Sonhei noite passada com minha mãe. Ela me pegou pelos braços e me chamou de Lili"


O filme é baseado em um livro homônimo, de David Ebershoff, que se inspirou no diário que Lili mantinha durante a sua transição. Assim como "O Regresso", o filme concorre à vários prêmios no Oscar de 2016, entre eles o de melhor ator e melhor atriz coadjuvante - indicação mais do que merecida pela atuação de Alicia Vikander. E eu não duvido que Eddie Redmayne, que já levou a estatueta por interpretar Stephen Hawking no ano passado, receba o prêmio mais uma vez. Sinto muito, Leonardo DiCaprio, mas dessa vez Eddie se superou!
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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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