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Own Mine

Esse final de semana, assisti ao filme "Insurgente". Posso dizer que, depois de ver o trailer, estava bem curiosa quanto ao filme. Afinal, a maior parte das cenas que aparece no trailer não existe no livro. Agora, posso afirmar que o filme não é uma adaptação boa, mas, mesmo assim, é um filme bom.

Não deixe de ler a resenha do primeiro filme, Divergente e do livro, Insurgente!
Faça seu teste de facções!


O Filme
O filme tem início no momento em que acaba "Divergente". Tris, Quatro, Peter e Caleb se abrigam na Amizade durante o tempo que conseguem, de modo que Tris deve aturar seu modo de vida (que, para ela, não é nada agradável). Perseguida por suas culpas - tanto de matar um de seus melhores amigos, como também de ter visto seus pais se sacrificando em seu favor -, Tris fará de tudo para se vingar de Jeanine.

A líder da Erudição, por sua vez, está em busca dos divergentes para que eles possam abrir uma caixa, que guarda um segredo vindo de seus fundadores. Para isso, ela começa a caçar todos os divergentes encontrados nas 5 facções - e não teme em usá-los como meras cobaias para seu experimento.

Ao longo de sua jornada para encontrar Jeanine, Tris e Quatro se deparam com os sem-facção, que planejam se rebelar contra as facções; também passam a conhecer mais sobre a história de Tobias, que reencontra sua mãe; vemos traições e encontros inesperados.

Tudo isso em meio a muita ação e ótimos efeitos especiais, completando com uma atuação muito boa de Shailene Woodley, Theo James, Ansel Elgort (eu adorei como ele incorporou Caleb da erudição, sem coragem para fazer muitas das coisas que a irmã fazia), Miles Teller (que brilhou como Peter) e todos os outros atores.



A Adaptação (Cuidado! Pode ter spoilers - se não quiser ler, pule para o final!)
O filme tem enormes mudanças em relação ao livro. Vou falar algumas delas aqui, pois acho difícil que me lembre claramente de todas. 

Enquanto no filme, o relacionamento de Quatro e Tris é a única coisa que continua firme e forte na vida de Tris, no livro não é bem assim. Parte disso se dá pela falta do pai de Tobias, Marcus, no filme. Como a garota não age pelas costas do namorado, se unindo ao seu pai (a quem ele odeia), não tem muito conflito entre eles. 

Também senti a ausência de personagens importantes para o livro. Nele, Tris faz boas amizades na audácia - com Uriah, Marlene, Shauna, Lynn, Cara... Eles meramente aparecem no filme. Uriah tem uma cena (em que nem percebemos o quão amigos eles são) e Marlene só tem seu nome citado por conta de uma cena em específico (que eu não vou falar aqui para não dar spoilers). Além disso, Tori, que é uma das personagens que tem papel mais forte no livro, também tem uma participação super fraca no filme.

Outra coisa que chama a atenção é a caixa. No livro, Jeanine quer encontrar divergentes para criar um soro que possa controla-los. No filme, ela quer abrir uma caixa e, para isso precisa encontrar alguém que é 100% divergente. Acontece que essa pessoa não seria a Tris, já que a protagonista só tem aptidão para 3 facções, né? Além disso, se houvesse aquela arma para identificar a qual facção cada um pertence, não teria motivo pelo qual as pessoas deveriam passar pelas simulações quando fossem escolher sua facção, teria?

O final do filme também deixa uma dúvida: como irão adaptar a continuação? Todo mundo de Chicago foi direto para a cerca. Mas ela estava aberta? Além disso, a mulher do vídeo não se identificou como Edith Prior - essa foi uma das partes que mais me chocou no final do livro!

Enfim, uma última coisa que me fez falta foi a cena do pão da amizade! Tem cena mais amor que aquela? Queria muito ver a Tris se declarando para o Quatro toda alegre e abobalhada! Tenho certeza que todo mundo riria!


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Título Original: The Fault in Our Stars
Direção: Josh Boone
Gênero: Romance, drama
Ano: 2014
Distribuidora: FOX Filmes

Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.
Leia a resenha do livro, para saber melhor a história.

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Carrie White é uma garota tímida, isolada dos colegas do colégio e super protegida por sua mãe religiosa, Margaret. Carrie é vista pela mãe como um símbolo de seu pecado, como um câncer, que deveria ter sido eliminada logo ao nascimento, o que só não aconteceu pela fraqueza de sua mãe.

Após uma aula de Educação Física, no vestiário, Carrie menstrua, mas não entende o que está acontecendo  (sua mãe nunca se preocupou em ensinar isso à ela) - e, por isso, fica desesperada. Por conta dessa falta de conhecimento, todas as garotas a humilham (e gravam tudinho).

É nesse momento que Carrie percebe que tem algum poder sobre o que ocorre a sua volta. No resto da semana, Carrie passa a pesquisar sobre esses poderes telecinéticos, descobrindo como funcionam exatamente e percebendo que ficam mais fortes quando está com raiva. Mesmo assim, achei que seus poderes surgiram, foram controlados e ficaram fortes rápido demais. 

As meninas que foram responsáveis pelo acontecimento no vestiário, são punidas, sendo obrigadas a se esforçar mais do que o normal nas próximas aulas de educação física, caso contrário não poderão comparecer ao baile de formatura.

Sue Snell, uma delas, se mostra realmente arrependida e convence seu namorado, Tommy Ross a convidar Carrie para o baile, dando a ela um pedido de desculpas mais do que válido. Chris Hargensen, porém, que já foi expulsa do baile de qualquer maneira por causa do acontecimento, está disposta a fazer de tudo para impedir que Carrie deguste um pouquinho de felicidade.

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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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