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Own Mine

Ben tem seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos.
Ben cuida de seus seis filhos isolado do mundo, sem a necessidade de qualquer ajuda de fora. Ele educa as crianças para serem superiores ao americano comum: devem ter a capacidade de falar muitas línguas, discutir profundamente os mais diversos assuntos e fazer exercícios para ter a capacidade de um atleta.

Além disso, ele não mente para os filhos - independente de qual seja o assunto. Foi assim que contou para as crianças o que aconteceu com a mãe deles: ela se suicidou, em decorrência de sua bipolaridade. E os filhos decidem que vão para seu funeral... o que faz com que eles saiam de seu isolamento e passem um período em sociedade - mas será que eles conseguem viver por lá?


O filme é muito bom. A história não é muito complexa - mostra basicamente a ida da família para o funeral e como é sua relação entre si e com os outros. Não tem muitos acontecimentos, mas mesmo assim a história nos prende até o final, de tão interessante e diferente que a vida da família de Ben é.

É incrível ver a diferença entre a educação que Ben dá para os filhos e a educação convencional de um adolescente - o que até dá um toque de comédia para o filme. Ao mesmo tempo, esse contraste faz com que nós pensemos no sistema de ensino que temos hoje e na sua funcionalidade no dia-a-dia. Será que estamos mesmo seguindo no caminho certo? Será que não precisamos de um meio termo?

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Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.
Com apenas 5 anos, Saroo já gostava de ajudar sua família: contribuía fazendo pequenos trabalhos junto de seu irmão mais velho, Guddu. Uma noite, quando foi acompanhar o irmão para ganhar uns trocados na estação de trem, o garoto não aguentou e acabou dormindo. Quando acordou, a estação estava vazia e seu irmão não estava por perto. Decidiu, então, procurar pelo irmão dentro do vagão de um trem, onde acabou adormecendo mais uma vez.


O trem atravessou o país – e Saroo se encontrou em uma cidade que não falava sua língua e em que não conhecia ninguém. Para piorar: ele não sabia o nome de sua cidade, pronunciava incorretamente o nome do bairro e, ainda não sabia o seu próprio sobrenome. Sem dúvidas, devia ser assustador para um menininho de 5 anos.




Depois de algumas semanas vivendo na rua, Saroo finalmente foi acolhido por um orfanato, e como não conseguiram encontrar sua mãe, deram o menino como perdido. Em pouco tempo, ele foi adotado por uma família australiana, e passou o resto da infância e adolescência na Austrália.





20 anos depois, Saroo já é um australiano. Ele já fala inglês como um nativo e nem se lembra como falar hindi. Sua infância ficou para trás. Até um momento em que algumas memórias começam a voltar – e ele sente uma necessidade de reencontrar sua mãe e irmãos para dizer que sim, ele ainda está vivo e está bem. E começa a trabalhar nesse sentido!


O no livro "A Long Way Home", baseado na vida real de Saroo Brierley, o que deixa tudo ainda mais emocionante! Eu não consigo imaginar como deve ser para alguém se perder assim da família e não ter nenhuma possibilidade de retornar para casa. E Saroo, por mais difícil que a situação fosse, conseguiu abraçar a nova vida como muitos não conseguiriam.

É incrível ver como a internet consegue mudar a vida das pessoas! Saroo levou anos, mas conseguiu traçar o caminho de volta com a ajuda das novas tecnologias e com as memórias que tinha de seus 5 primeiros anos de vida! Vale muito a pena assistir! Um filme imperdível!

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Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.
Mia é uma aspirante a atriz que vive em Los Angeles que faz diversas audições sem nenhum sucesso. Enquanto não realiza o seu sonho, ela divide o apartamento com mais três amigas e trabalha em uma cafeteria dentro dos estúdios da Warnes Brothers. Sebastian é um pianista apaixonado por jazz e que não quer deixar o gênero morrer - e é bem conservador em relação ao tipo de música que ama.

Os dois se encontram de modo inesperado, mas acabam se apaixonando. O filme mostra a evolução de seu relacionamento e como os dois lidam com a expectativa de realizarem os seus sonhos. E, é claro, com muita música!


Eu gosto muito de musicais. E não foi diferente com La La Land. As músicas realmente ficam na cabeça e logo depois de sair do cinema, fui direto para o Spotify ver a trilha sonora! Emma Stone e Ryan Gosling me surpreenderam com a capacidade deles de cantar e dançar (além da atuação que é ótima!). Gosling, inclusive, aprendeu piano em três meses para o papel!

A história encanta - principalmente os adoradores de musicais - e, ao mesmo tempo, é realista. Mostra bem aquilo que poderia acontecer com qualquer um que se encontra na mesma situação daqueles personagens!

Infelizmente, para quem já não é fã de musical, apesar de todos os pontos positivos do filme, dificilmente vai curtir. Mas, mesmo assim, o filme com certeza mereceu todos os 7 Globos de Ouro que levou para casa!



http://www.ownmine.com.br/2017/01/top-comentarista-fevereiro-2017.html
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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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