13 Reasons Why

by - abril 19, 2017

 Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Dylan Minnette) por Hannah (Katheriine Langford), sua amiga e paixão platônica secreta de escola. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete, onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida - além de instruções para elas serem passadas entre os demais envolvidos.  

Hannah Baker se suicidou. Ninguém sabe exatamente o motivo. O colégio todo só fala disso, há cartazes espalhados pelos corredores alertando sobre os indícios de um possível suicídio... Tudo para prevenir que outro aluno não faça a mesma coisa.

A história é centralizada em Clay Jensen, um dos muitos alunos que está abalado com esse suicídio. E tudo fica ainda pior quando ele recebe uma caixa com 7 fitas cassetes gravadas por Hannah, listando os trezes motivos que a levaram ao suicídio. E Clay não esperava que fosse um desses motivos: cada fita é dedicada a uma das pessoas que levaram ela a tirar a vida... E somente aqueles que foram listados nas fitas que podem escutá-las.


Nos primeiros episódios, vemos coisas que costumam acontecer facilmente no ensino médio: um falso boato, uma lista de atributos, uma foto que vazou... E sem dúvidas, muita gente se deixa abalar por essas coisas, principalmente se não tem ninguém ao lado para se apoiar. Depois, percebemos que a vida de Hannah começou a ficar ainda mais complicada do que dava a entender – e que por trás da garota que parecia feliz e tranquila, tem alguém sem esperanças e que precisa de ajuda.

É interessante que vemos como os que amavam Hannah ficaram devastados com a sua morte. Por mais que não pareça, alguém sempre vai sentir a sua falta. Também vemos como muitas das pessoas que fizeram alguma coisa que abalou Hannah não fez por mal – muitas vezes ela estava enterrada nos próprios problemas e não sabia como suas ações poderiam afetar os outros.

A série é dividida entre o momento atual – enquanto Clay ouve (demoradamente) as fitas – e o passado – com os relatos do que foi vivido pela Hannah. Clay é um menino muito sensível, e as fitas claramente o abalam, suas emoções ficam a flor da pele, e ele não consegue agir sabendo de tudo que aconteceu com a garota.



Além disso, tem várias coisas em relação à série que são interessantes. Apesar de existirem muitas críticas, dizendo que o suicídio é romantizado na obra, a série fez aumentar em mais de 400% o número de pedidos de ajuda no Centro de Valorização da Vida (se precisar de ajuda, é só clicar aqui ou ligar para 141). 

Outra coisa legal é o vídeo “Não seja um porquê”, da Netflix, mostrando histórias reais de pessoas que já sofreram bullying na vida, mas que deram a volta por cima. Isso mostra que sim, é possível passar por isso e sobreviver para contar a história. Veja o vídeo abaixo:



E outra surpresa: o momento presente da série está no futuro: um dos últimos episódios mostra que a série se passa em novembro de 2017. Ou seja, hoje Hannah ainda está viva. Hoje, Hannah ainda pode ser salva. O jeito que você age hoje pode fazer a diferença não só de Hannah, mas de qualquer outra pessoa que poderia ter o mesmo destino que ela no futuro!

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