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A foto, tirada por Jeff Widener, em 1989 mostra um jovem sozinho, desarmado que invadiu a Praça da Paz Celestial e fez uma fileira de tanques de guerra parar. Essa imagem se tornou uma das mais icônicas do mundo e rendeu ao rebelde desconhecido, em 2000, o título de uma das pessoas mais influentes do século 20, pela revista Time. Até hoje não se conhece a sua identidade ou o seu paradeiro.

Quase um ano após o protesto, uma agência de notícia especulou o destino do homem. Há grandes chances dele ter sido preso e executado logo após seu grande momento. Um jornal britânico, por sua vez, alegava ter identificado o homem como Wang Weilin, um estudante de 19 anos, mas tal identidade nunca foi confirmada. Os documentos oficiais obtidos em Hong Kong comprovam que o governo chinês nunca identificou o homem.

Confira aqui outras fotos famosas!
Veja aqui o site de Jeff Widener
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Logo em que a Segunda Guerra Mundial acabou, Nova York entrou em festa. Um marinheiro norte-americano, feliz por conta da paz, beijou uma enfermeira que passava pela Times Square (um dos pontos turísticos mais famosos da cidade). O beijo foi fotografado por Alfred Eisenstaedt e se tornou uma das fotos de comemoração do final da guerra mais famosa que conhecemos.
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A foto da esquerda é conhecida mundialmente. A foto da direita nem todos conhecem. O fato é que ambas as fotos retratam a mesma pessoa: Steve McCurry, após muita procura, conseguiu encontrar a garota que  fez com que ficasse tão famoso, 18 anos depois da primeira vez que a viu.

O fotógrafo, em 1984, visitou um campo de refugiados no Paquistão, durante a invasão soviética no Afeganistão. Lá encontrou uma menina, de 12 anos, com olhos verdes grandes, expressivos e tristes.


A garota da foto é Sharbat Gula que, com apenas 6 anos de idade, já havia vivido o que muitos torcem para nunca passar: a menina conheceu o horror da guerra, vivenciou a perda dos pais, e a perda do vilarejo em que vivia com a família. 

McCurry, assombrado com o sucesso da foto, resolveu se empenhar na busca de informações sobre Gula e, com a ajuda da National Geographic fez um documentário, lançado em 2002, após tê-la encontrado.

Sharbat Gula pertence ao grupo étnico Pashtun e vive em uma pequena aldeia no Afeganistão. Ela se casou e tem três filhos (a quarta morreu ainda bebê). Confirmaram sua identidade após o exame de íris. A mulher não sabia do impacto de sua foto - apenas lembrava de ter sido fotografada.

Aqui está um preview do documentário para vocês verem! 


Para saber mais: [1], [2], [3] 
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Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

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