• Home
  • Sobre
  • Turismo
    • Américas
    • Ásia
    • Europa
  • Livros
  • Filmes
  • Séries
twitter instagram Email

Own Mine

Hoje é o aniversário do Rio de Janeiro, uma das cidades mais famosas do nosso país. E não é a toa! Realmente, cada vez que eu vou lá fico impressionada com a beleza do lugar, as praias, as montanhas, o verde e tudo mais! E, também, sempre que vou lá faço questão de visitar o cristo redentor, esse símbolo de nosso país e da Cidade Maravilhosa!

(foto minha)
Share
Tweet
Pin
Share
6 comentários!
Como muitos de vocês já sabem, sou fã assumida do Morgan Freeman. Quem me conhece, sabe que eu também adoro filmes com Matt Damon! Junte os dois atores em um filme em que conta uma história real relacionada com política, e pronto: voilà, o filme já me conquistou!
Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários!
Se você gosta de belezas naturais, pode programar uma viagem para Foz do Iguaçu! As cataratas são maravilhosas! Você vê natureza por todo canto, vários quatis, aves muito bonitas, como o tucano, entre outros! Ainda mais: você consegue ver as cataratas por mais de um país. A fronteira entre o Brasil e Argentina pode ser atravessada a pé e, ainda, você pode parar para ir num dos maiores free-shops que eu já fui! 

Lado argentino
Lado brasileiro

O parque argentino é maior - e dá desconto para os cidadãos da Mercosul! Então, é bom separar pelo menos um dia inteiro para conhecer (e vá descansado, porque você vai andar muito!). O parque brasileiro é mais bonito - a vista é maravilhosa, mas dá para ver tudo em uma tarde!

Uma dica: se você for para lá, vale a pena ir no verão, quando a vazão de água é maior e as cataratas ficam ainda mais cheias e bonitas! 
Share
Tweet
Pin
Share
8 comentários!
Título: O Tempo entre Costuras
Autora: María Dueñas
Editora: Planeta



Minha avó me emprestou esse livro super empolgada, falando que era muito bom e que eu iria adorar. No começo, não fiquei muito empolgada, achei meio parado. Mas com o tempo fiquei com muita vontade de continuar (a terceira parte do livro é muuuito boa!).
Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários!
Outro dia, passeando pela internet, encontrei um site que contava da onde tinha vindo o Tio Sam. Para aqueles que não sabem, o Tio Sam é um 'ícone' do exército norte-americano que chama a população para se alistar ao exército. Tenho certeza que você já viu o cartaz abaixo em algum filme, não?


O Tio Sam, na verdade, nunca lutou pelo exército americano. Na verdade, ele era Samuel Wilson (1766 - 1854), um comerciante que fornecia carne para o exército norte-americano durante a Guerra Anglo-Americana, em 1812, que garantiu a independência dos Estados Unidos.

Os barris de comida eram enviados com as iniciais U.S. (United States - Estados Unidos em inglês). Porém, as iniciais eram as mesmas para Uncle Sam (Tio Sam, em inglês). Os soldados, então, adoravam brincar que o U.S. nos barris eram a sigla do nome do fornecedor, não do nome do país! E passaram a chamar o responsável por sua alimentação de "Tio"!

Em 1870, mesmo depois da morte de Samuel, a figura do Tio Sam se tornava cada vez mais popular. Thomas Nast, um cartunista, resolveu dar um rosto a ele - inspirado em seu ex-presidente Abraham Lincoln. Em sua interpretação, o Tio usava roupas com cores da bandeira do país (vermelho, azul e branco).

Bastante famoso nos EUA, a figura do Tio Sam ganhou fama internacional durante a Primeira Guerra Mundial (1914 - 1918). Os desenhos de Nast foram alterados por James Flagg e, a partir de então, o Tio Sam passou a ser este do cartaz que conhecemos. A partir de então, ele incentivava os jovens e a população norte-americana a participar do exército (I want you for the US army - Eu quero você para o exército dos Estados Unidos). Somente em 1961 que o Tio Sam virou um símbolo nacional!


Interessante, não? Tenho certeza que Samuel Wilson, que só fornecia alimento para o exército, imaginaria que um dia viria a ser um símbolo nacional! 

Ah! E feliz dia da independência dos Estados Unidos (não foi por acaso que resolvi postar isso em 4 de Julho, hahaha)!


Descobri aqui!
Share
Tweet
Pin
Share
7 comentários!
Eu não penso duas vezes antes de falar que esse foi um dos monumentos que mais me impressionou! Só de chegar perto e ver seu tamanho e ver o coliseu com meus próprios olhos já fiquei impressionada. Depois, consegui sentir o que aconteceu naquele lugar, sua história, sua beleza e tudo o que representa para a história da humanidade! Esse é, sem sombra de dúvidas, um lugar que eu gostaria de voltar!


Share
Tweet
Pin
Share
5 comentários!
Nome: A Sombra do Vento
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Suma de Letras


Eu me surpreendi com esse livro. Não estava esperando muita coisa - não mesmo. Ganhei de aniversário e me disseram que era muito bom. Perguntei e pesquisei mais um pouco e só vi indicações boas. Mesmo assim, demorei para ler. O livro demorou para me atrair e resolvi começar a ler só um bom tempo depois de tê-lo ganhado. E, quer saber, ele realmente me surpreendeu!
Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários!
Nome: O Império é você
Autor: Javier Moro
Editora: Planeta

Você gosta de história do Brasil e quer conhecer um outro lado, além daquele que aprendemos nas aulas da escola? Então esse livro é uma ótima opção! O livro foi alvo de críticas por historiadores, mas com certeza fará com que você se apaixone um pouquinho mais pela história de nosso país!

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários!
Hoje morreu um dos maiores historiadores atuais. Eric Hobsbawn morreu de pneumonia aos 95 anos de idade. Não conhece ele? Então vamos falar um pouquinho sobre essa grande personalidade!


Hobsbawm é considerado um dos maiores historiadores do século XX, tendo escrito vários livros, sendo os mais famosos: "A Era das Revoluções", "A Era do Capital", "A Era dos Impérios" e "Era dos Extremos"... Com certeza, se você está prestando vestibular ou prestou nos últimos anos, já deparou com um trecho de algum desses livros.

O historiador era judeu, nascido no Egito, filho de pai britânico (descendente de poloneses e russos) e mãe austríaca. Cresceu em Viena e Berlim. Aderiu ao comunismo com apenas 14 anos, após a morte dos pais - e se voltou ao marxismo desde quando pôs os olhos no manifesto comunista de Marx. Defendia que a Alemanha precisava de uma revolução.

Quando Hitler subiu ao poder, Hobsbawm se mudou para Londres, não só por ser judeu, mas também por ter conseguido uma bolsa na Universidade de Cambrigde. Lá adquiriu a cidadania britânica e já se filiou ao partido comunista inglês. Quando a Rússia começou a aplicar o comunismo, o historiador acreditava que um novo mundo nasceria - mas acabou por ser um crítico do modo que as coisas haviam acontecido por lá.

Assim como Stephen Hawking, Hobsbawm ganhou o título de "Companhia de Honra", que é raramente dado a historiadores - o que fez com que se comprovasse a qualidade de seus trabalhos.

Além dos livros que o deixaram famosos, o historiador escreveu sobre a história do Jazz, uma de suas paixões. Foi, durante anos, crítico desse ritmo, sempre sob o pseudônimo de Billie Holliday, um trompetista comunista.


Veja entrevista feita com ele pela Globo em 1990. É muito interessante (está no link 1 abaixo). Se quiser saber qual sua bibliografia disponível em português, têm no link 3! 

Para saber mais: [1], [2], [3]
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários!


Eu, sinceramente, adoro história. Não sei exatamente o porquê, só sei que é uma matéria que sempre me interessou e, mesmo agora que não estou mais na escola - e não tenho mais aulas de história -, procuro sempre pesquisar sobre o nosso passado.

Muitas pessoas acreditam que a história não é importante. Então resolvi fazer uma pesquisa sobre a importância da história no nosso dia-a-dia. 

Estudar história possibilita a nós entender a sociedade em que vivemos. Somente assim sabemos o que fez com que mudássemos ao longo do tempo e como que a sociedade, que era de uma maneira, se transformou para chegar onde está hoje. 

Para estudarmos história não basta repetir todo o conhecimento acumulado com o tempo, mas sim, ter consciência de que nossos atos podem ter repercussão no futuro. Assim, devemos levar em consideração que as informações que foram adquiridas no passado para nada servirão, se não levarem forem questionadas, interpretadas e entendidas. 

Outro motivo está exatamente no que George Santayanna dizia: "aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo". Isso pode ser muito utilizado em vários exemplos. Um erro bem famoso, ocorrido exatamente pelo esquecimento do passado, foi o do próprio Hitler que, esquecendo a drástica campanha de Napoleão para a Rússia, resolveu fazer o mesmo: e então permitiu que os aliados virassem o placar da guerra. Ao contrário do que seria esperado, Hitler também atacou a Rússia durante seu rigoroso inverno. E a resposta não poderia ser outra: perdeu essa investida e mudou o rumo da guerra.

Termino o texto, então, com a fala de Laurentino Gomes, escritor que conseguiu conquistar muitos que não se interessavam pela história de nosso país com livros como 1808 e 1822. 

"O objetivo da história é iluminar o passado para entender o presente e construir o futuro. Uma sociedade inculta, incapaz de estudar e analisar sua história, não consegue entender a si própria. E, nesse caso, não está apta a construir o futuro de forma estruturada. Uma visão de curto prazo, que não leva em conta as lições do passado, conduz a soluções igualmente imediatistas. Nossos problemas têm raízes profundas, que às vezes remontam a duzentos ou trezentos anos atrás. Isso não significa que o Brasil esteja eternamente condenado à corrupção ou a repetir os vícios do passado. Um país pode evoluir e melhorar, mas antes é preciso entender a origem desses problemas. Nesse quadro, investir em educação é absolutamente fundamental. Só uma sociedade culta e bem educada consegue entender a própria história - com seus defeitos e suas virtudes."
Ainda acham que a história não é importante?
Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários!
Aqueles que acompanham o blog faz mais tempo, provavelmente devem se lembrar de um post de alguns anos atrás, sobre um acidente nuclear ocorrido aqui no Brasil (isso mesmo), em Goiânia. Aquele tinha sido um dos maiores ocorridos com radiação no planeta. Porém, nem se compara com o que aconteceu em 1986, em Chernobyl. 

Segue um documentário do Discovery Channel


Quando a Ucrânia era ainda era parte da União Soviética, construíram em Chernobyl uma usina.

Em 26 de Abril de 1986, porém, ocorreu um acidente nuclear: o reator central de Chernobyl começou a apresentar problemas técnicos, passando a liberar nuvens tóxicas e intoxicar pessoas, animais e o meio ambiente. Ironicamente, o incidente ocorreu durante um teste de segurança. O tanto de material radioativo liberado nessa ocasião foi 4 vezes maior do que o liberado pelas bombas de Hiroshima e Nagasaki.

A União Soviética tinha o intuito de esconder o acidente e, para isso, alguns funcionários construíram uma caixa sobre o reator, tentando isolar o material radioativo lá encontrado. Mesmo assim, não foi possível evitar a contaminação. E os outros países descobriram sobre o que aconteceu.

Muitas pessoas morreram, outras sofreram com a radiação e muita gente foi evacuada das redondezas. Até hoje vemos os efeitos do incidente, com crianças abandonadas, por terem nascido com deformações, adolescentes com altos índices de contaminação de urânio e, ainda, muitos com cancêr.


Mais fotos: [1]
Para saber mais: [1], [2], [3], [4]
Share
Tweet
Pin
Share
1 comentários!


Encontrei esse vídeo que pode ajudar a explicar de um jeito fácil de entender um pouquinho da Ditadura e qual o objetivo da comissão da verdade. Acho muito legal um programa como o CQC, que atrai muitos jovens (que procuram ver o programa apenas para a diversão) e faz com que eles acompanhem, pelo menos um pouco, o que acontece na política do nosso país...

Bom, depois de ver o vídeo eu vou falar um pouquinho do que eu sei dessa Comissão. Ela foi instalada no dia 16 de Maio, após a aprovação da presidente Dilma Roussef. O objetivo desse órgão é examinar aquelas violações aos direitos humanos que ocorreram durante a ditadura militar do Brasil.Além dos crimes cometidos pelo governo militar, a Comissão da Verdade analisará tudo o que ocorreu a partir do fim do Estado Novo - governo ditatorial de Getúlio Vargas.

O grupo encarregado de analisar é formado por sete integrantes que terão dois anos para investigar os casos, com um dever de elaborar um relatório apontando as circunstâncias e os responsáveis por torturas, mortes e desaparecimentos dos presos políticos aqui. 

Apesar de procurar por responsáveis, o intuito dessa Comissão não é puni-los, já que isso feriria a Lei da Anistia, que foi feita com caráter amplo, geral e irrestrito, ou seja abrangendo tanto os presos políticos da época quanto àqueles que faziam parte do governo e, também, àqueles integrantes de luta armada contra o governo da época. 

O foco desse grupo é encontrar o que aconteceu com os desaparecidos políticos: muitas famílias não sabem, até hoje, o que aconteceu com seus entes que sumiram nesse período - o que, para muitos, é pior do que a confirmação da morte. Com o relatório sobre esses casos, há a possibilidade de localizar e identificar os corpos.

A Comissão da Verdade foi aprovada no Congresso após dois anos de muitas polêmicas e negociações. O Brasil foi o último país latino americano a colocar tal grupo em prática, o que contribuiu para que fosse pressionado a aprová-lo. Além da pressão internacional, muitos familiares de mortos desaparecidos políticos conseguiram o reconhecimento das mortes pelo Estado e passaram a receber indenizações por isso, mesmo sem nunca saber o que ocorreu com seus parentes.


Para saber mais: [1]; [2]; [3]
Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários!
A rainha Elisabeth, que governou a Inglaterra no sec. XVI e a rainha Margot, que não chegou a ser realmente uma rainha francesa, mas sua família estava no poder durante o mesmo século.

Apesar de estarem em governos em praticamente na mesma época (Elisabeth em 1585 e Margot em 1572), a política de ambas é diferente. Enquanto a primeira tinha uma monarquia parlamentar, a França tinha uma monarquia absolutista, o rei sempre dava a ultima palavra.

Margot, a princesa da França, teve de se casar com Henrique de Borboun, um protestante. Como a nobreza, de maioria católica, não estava sendo apoiada pelos burgueses protestantes, obrigaram a princesa a se casar para conseguir obter a paz na França.

Já a rainha Elizabeth era totalmente apoiada pela burguesia, que tinha mais força no parlamento. Os nobres queriam que a rainha se casasse para que, tendo um marido nobre, que ajudasse a nobreza inglesa e fosse mais influenciado, fazendo coisas que a beneficiassem.


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários!
Bom, eu sei lá o porquê eu estou escrevendo hoje aqui, mas eu não tenho nada para fazer, e não tenho nenhum assunto interessante para falar. Mas, enfim, eu estou com vontade de escrever, e resolvi passar aqui, né?




Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários!
Posts mais antigos

Quem sou eu?

Eu sou a Andrea Galvão, mas pode me chamar de Déia! Eu sempre fui apaixonada por viagens, seja pelas páginas de um livro, pela tela da televisão ou indo de carne e osso conhecer um novo lugar. Sonho em conhecer todos os países do mundo, e visitar todos os mundos da fantasia. Seja bem vindo!

Redes Sociais

  • Instagram
  • Twitter
  • Tiktok
  • Facebook
  • Youtube

Categorias

  • Filmes
  • Livros
  • Séries
  • Turismo

Últimos posts

Created with por ThemeXpose